Perda de cobertura arbórea e conflitos entre uso madeireiro e pesca artesanal.
Como associações de pescadores, técnicos do MAAC e parceiros internacionais reverteram a degradação de 120 hectares de mangal.
O estuário do Cacheu concentra um dos maiores sistemas de mangal da Guiné-Bissau continental. Entre 2018 e 2024, a degradação por corte ilegal e pressão agrícola ameaçou habitats de reprodução de peixes e aves migratórias.
Abordagem
Foi criado um comité de gestão comunitária com regras de zonamento, viveiros locais de propágulos e monitorização trimestral da regeneração.
Lições aprendidas
- A propriedade comunitária das decisões aumentou a conformidade com as normas de uso.
- Pequenos incentivos à vigilância reduziram cortes não autorizados em 70%.
- A articulação com a direção regional de pesca melhorou a aceitação do programa.
